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AUTOPOIESIS

2.5.14

Autopoiesis | Seminário espaços de Arte e coletivos independentes | RS (2, 3 e 4 de maio de 2014) reuniu, em Caxias do Sul, artistas, curadores, pesquisadores e produtores comprometidos e articuladores do contexto contemporâneo das Artes Visuais no estado, para um momento de encontros.

Foram realizadas comunicações dos representantes de doze coletivos e espaços reconhecidos e representativos da produção de Arte independente no RS, mediados por especialistas da área artística. 

Desta forma, estiveram presentes a Sala Dobradiça (de Santa Maria), a Casa Paralela (de Pelotas), Atelier Subterrânea, Jabutipê, Estúdio Hybrido, Atelier D43, Acervo Independente (de Porto Alegre), NAVI – Núcleo de Artes Visuais, Galeria ArthistaUm, Instituto Bruno Segalla, Curadoria Independente de Mona Carvalho e Atelier Daniela Antunes e Rafael Dambros (de Caxias do Sul). Esteve presente também o artista gráfico porto-alegrense Luiz Flávio Trampo, importante nome do graffiti gaúcho, com larga experiência e atuação em coletivos de artistas.

Formou-se um momento para se fomentar a produção independente nas Artes Visuais, oportunizando que as ações de cunho autônomo fossem reconhecidas em um evento de caráter público e efetivando essencialmente um intercâmbio cultural entre espaços e coletivos do estado em processos compartilhados que se tornaram acessíveis.

O Seminário foi uma realização da Prefeitura de Caxias do Sul através da Secretaria Municipal da Cultura e Unidade de Artes Visuais em parceria com o Museu do Trabalho.

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A Sala Dobradiça esteve presente no evento apresentando sua trajetória e expondo na Galeria ArthistaUm fotografias e vídeo referentes ao Objeto SD 0.5. Na mesma galeria expuseram seus trabalhos também a Casa Parelela, Estúdio Hybrido e Jabutipê.








Elias-Maroso, Alessandra-Giovanella, Desiree Tibola

Elias-Maroso, Alessandra-Giovanella, Desiree Tibola



Desenho por Marcelo Monteiro (Estúdio Hybrido, PoA / RS)

DOC MÓVIL - primeira derivação do Recombinante

26.10.11


De 18 à 26 de outubro, com componente da programação realizada do projeto Continentes em Santa Maria, dá se início a uma ação paralela à exposição Instanto Metraje, uma derivação estrutural do Espaço Recombinante.


Trata-se do Doc Móvil, um projeto desenvolvido por Batiscafo/Circo (Havana/Cuba), e Sala Dobradiça (Santa Maria/Brasil), que consiste uma unidade para a consulta de informações sobre intervenções urbanas e grupos/espaços independentes focados em projetos de vídeoarte e vídeoperformance, que circulará por vários locais da cidade, entre bares, residências, escolas, praças e universidades.

Doc Móvil e seu frete - por Elias Maroso

A estrutura do Doc Movil atesta a qualidade modular do Espaço Recombinante, uma vez que sua estrutura realiza-se mediante peças idênticas às tidas no espaço matriz. Seu caráter nômade é evidenciado no calor dos acontecimentos, transitando onde se fizer necessário, dentro das possibilidades de deslocamento e condições de transporte.

Instalado no hall do Centro de Artes e Letras, na UFSM - por Elias Maroso.

DOC MOVIL e convidados na residência de Suzana Gruber
- Camobi/Sta Maria. - por Diogo Figueiredo.

Última paragem no Boteco do Rosário. - por Diogo Figueiredo.

Estavam em exibição propostas audiovisuais e registros 33 artistas da Argentina, Bolívia, Brasil, Cuba, Espanha e Suíça. Confira abaixo os statments disponibilizados por Ada Azor (Circo) e Dalila López (Batiscafo), com informações de cada obra exposta nas ocasiões.

Statment Proyecto Circo

Statment Batiscafo

Vídeo-Instalação VVV - Núcleo Visceral de Imagens Técnicas

11.3.11


11 de março de 2011 no Espaço-Suporte da Sala Dobradiça.

Conforme o Núcleo Visceral de Imagens Técnicas do Macondo Coletivo, "VVV Vídeo Víscera VHS – é o inicio de uma série de video-instalações que pesquisam o uso doméstico das tecnologias de registro e projeção de imagens em movimento. O VHS como tecnologia doméstica, sejam imagens gravadas de diferentes meios, sejam registros pessoais, é investigado em uma vídeo instalação que propõe um estudo e resgate das formas de olhar e reproduzir memória formada partir das imagens técnicas."


Expandir

4.000 Disparos, de Jonathas de Andrade

27.11.10

4.000 Disparos (Super-8 digitalizado, 60 minutos em looping)

Um rolo de super-8 composto, quadro a quadro, por rostos aleatórios de homens anônimos capturados nas ruas de Buenos Aires. A exibição em looping percorre esse arquivo com ciclos de tensão sonora crescente, pautados por urgência e passado; ontem e hoje; obsessão e repetição do gesto. O trabalho foi realizado no contexto do projeto Documento Latinamerica – Condução à Deriva, em que viajei por 6 países da America do Sul numa viagem de reconhecimento de território, partindo de um sentimento de amnésia histórica, que faz desta latinamerica tão una quanto descontínua, um lugar que pertenço sem pertencer.

A vídeo-arte de Jonathas de Andrade, fez parte da Mostra Internacional de Hipnose Audiovisual, com curadoria de Carolina Berger e esteve na Sala Dobradiça nos dias 22 e 23 de novembro integrando a programação do Festival de Artes Integradas Macondo Circus 2010.

Acima frames de 4.000 disparos.


Registros fotográficos de Eduardo Ramos.
Confira mais sobre a mostra no blog do Macondo Circus 2010

FLUXO - Fernando Cordevilla e Rafael Berlezi

3.9.10


Dia 03 de Setembro de 2010, compondo as atividades da Semana do Audiovisual em Santa Maria (SEDA SM), foi realizada a obra audiovisual "FLUXO", a qual, segundo seus autores Fernando Codevilla e Rafael Berlezi, "apresenta a seqüência de instantes que recortam fragmentos de vida, a passagem do tempo que revela a paisagem de um determinado espaço."

Imagens e sons foram manipulados digitalmente em tempo real pelos artistas, a compor visualidades fluídas em gestos performativo e recombinantes. O ritmo marca a montagem e determina o movimento a partir da relação entre imagem e som. Assim o acaso é incorporado ao processo e a experiência de criação é compartilhada com o público.
Deste modo, baseada no improviso, a obra se torna única, um momento efêmero em que se propõe um mergulho comum em fluxos visuais e sonoros.
Confira registros do fotógrafo Rafael Stecca.

Confira a excelente matéria de Igor Müller,
no blog do Macondo Coletivo, aqui - http://bit.ly/k0DSVI

E a repercussão do evento no Diário de Santa Maria:

OUTRA-METRAGEM: Sessões de Videoarte

22.7.10


A Sala Dobradiça propôs em seu Espaço-Suporte (Rua Serafim Valandro, 643) um conjunto de exibições de videoarte, de rotina semanal, entre julho-agosto de 2010, intitulado Outra-Metragem: Sessões de Videoarte.


Idéias para outra-metragem
(Elias Maroso)

No contexto das artes visuais, para além das convenções do cinema, os recursos audio-visuais inserem de maneira única o tempo como elemento de percepção. Em contraposição a visualidades estáticas (ou totais, "instantâneas"), observar uma vídeoarte exige do espectador outra postura, uma vez disposto a ser tomado pelas demarcações sequenciais do artista, em "metragem específica". Desta maneira, muitas vezes, a própria noção de tempo nos é dilatada, no passo em que suas medidas subordinam-se à experiência.

A idéia de "outra-metragem" sugere tal alteração, muito presente na videoarte: quando a duração de uma seqüência é compreendida por uma "sensação temporal elástica", desvinculada da marcação comum. Também visa estipular um jogo com as categorias curta, média e longa-metragens, usuais no cinema, propondo "outra", a se distanciar do tempo condicionado às unidades de medida.

Dessa leitura surge a referida proposta curatorial, trazendo à Santa Maria artistas que encaram a videoarte como possibilidade de investigação, atuantes em diferentes cidades do país. Confiram suas propostas, materiais e registro abaixo
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Dia 22/07/10, "NOT THERE", por Juliano Ventura (PoA/RS):
"Em novembro de 2009 realizei com Eduardo Montelli a videoinvasão O PLENO ou O VAZIO. O trabalho consistiu em uma exposição-invasão que ocupou subitamente um espaço expositivo do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e buscou nas fissuras de gestão da instituição os mecanismos de legitimação para que ali permanecesse durante um determinado período.

NOT THERE, título do trabalho que será apresentado na Sala Dobradiça, propõe um novo investimento a partir de O PLENO ou O VAZIO. Os dois vídeos, “Não basta” e “Golpes de luz em ambiente de vídeo”, incorporam agora a experiência de deslocamento entre o contexto de produção e o local de exibição. Além da insistente questão “como ocupar um espaço?”, destaco a reflexão sobre o lugar do artista, o lugar do público e, sobretudo, o estar aqui.

Juliano Ventura, nasceu em Santa Maria/RS, 1989, é aluno do oitavo semestre do curso de Bacharelado em Artes Visuais no Instituto de Artes – UFRGS. Participou de diversos projetos e mostras coletivas em Porto Alegre e no interior do estado, entre eles o Projeto Percursos (2007), a videoinvasão O PLENO ou O VAZIO (2009), Basta este nada (2010) e En passant (2010). É bolsista de Iniciação Científica (BIC/UFRGS) do Centro de Documentação e Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes – UFRGS, sob a orientação da Profª. Drª. Mônica Zielinsky. É produtor da revista Investigação nº 11, de primeiro volume lançado em outubro de 2010. Vive e trabalha em Porto Alegre.



Matéria de Igor Müller sobre a proposta de Juliano Ventura,
no blog do Macondo Coletivo. Confira -> http://bit.ly/mClf8W

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Dia 29/07, "Solenidade de hasteamento da bandeira Ao Vivo", por Cristiano Lenhardt (Recife/PE)

Vídeo em Super 8: desfile seguido de hasteamento de bandeira em mastros desativados de praças públicas em Porto Alegre, realizado durante a 7ª Bienal do Mercosul, 2009.

Cristiano Lenhardt, Itaara (RS) 1975 . Bacharelado em artes Plásticas – 2000, Universidade Federal de Santa Maria. Orientação artística no Torreão em Porto Alegre, de 2001 a 2003. A força em grupo: Laranjas, 2002-2007. A Casa Como Convém, 2007-2010. Principais exposições: 63º Salão Paranaense – Curitiba 2009; 7a Bienal de Artes Visuais do Mercosul, outubro de 2009; Volume Base, SPA das Artes de Recife 2009; Exposição individual no Torreão – Porto Alegre 2009; Temporada de Projetos do Paço das Artes – São Paulo 2009; Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo 2008; Exposição individual na Galeria Marcantonio Vilaça – Inst.Cult. Banco Real – Recife – 2008; Abre Alas – Galeria A Gentil Carioca – Rio de Janeiro 2008; Prêmio Projéteis da Arte contemporânea – FUNARTE -RIO 2008; Prêmio Concurso videoarte da fundação Joaquim Nabuco – Recife 2007; SPA das artes 2007 e 2004 – Recife ; Copan AO VIVO, Fiat mostra Brasil – São Paulo 2006; Bolsa Prêmio 26º salão de artes plásticas de Pernambuco 2006; Exposição Contemporão em Porto Alegre 2004; Hotel Majestic AO VIVO, Casa de Cultura Mario Quintana Porto Alegre 2003; Ajuste Manual – festival de cinema e vídeo de Santa Maria 2003.

Matéria de Igor Müller sobre a proposta de Cristiano Lenhardt,
no blog do Macondo Coletivo. Confira - http://bit.ly/mJlqAv

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Dia 12/08, “Meus primeiros filmes”, por Luiz Roque (São Paulo – SP)

ESTUFA (com Letícia Ramos, vídeo, 3min, 2oo4)
PROJETO VERMELHO (16mm/vídeo, 5min, 2oo6)
DAS MONSTER (super8/vídeo, 2min, 2oo9)
TREINAMENTO (16mm/vídeo, 2min, 2oo7)
PIKNIK (com Mariana Xavier, 16mm/vídeo, 5min, 2oo7)

Luiz Roque; nasceu em Cachoeira do Sul (1979). Vive e trabalha em São Paulo. Usa filme, vídeo, fotografia e luz neon como suporte. Seu vídeo “Projeto Vermelho” recebeu o prêmio FIAT (2006) e foi exibido na 12a. Biennnial de L’image en Mouvement (CIC, Genebra, 2oo7). Tem mostrado seu trabalho em exposições e mostras como “Video Links Brazil: an anthology of brazilian video art 1981-2005” (Tate Modern, Londres, 2oo7), “Abre Alas” (A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, 2010), “Silêncios & Sussurros” (Fundação Vera Chaves Barcellos,Viamão, 2010) e “Constructing Views: experimental film and video from Brazil” (New Museum, Nova York, 2o1o) . Recebeu por duas vezes a bolsa Talent Campus (Universidade del Cine, Buenos Aires 2005 e Berlinale, Berlim, 2007).


Matéria da Revista Viés sobre a exposição e o Circuito Fora do Eixo: http://bit.ly/lXuA5 ____________________________________________________________

Dia 05/08/10, "Itinerário SD 0.5 (SM-PoA)", Grupo Sala Dobradiça

Animação criada através da sistematização do conjunto de registros vídeo/fotográticos produzidos no plano sequencial de intervenções artísticas elaborado para a SEU - Semana Experimental Urbana de Porto Alegre.

As intervenções foram marcadas pelas inserção de um objeto de estrutura montável, intitualdo SD 0.5, em paisagens de interesse. O objeto faz referência proporcional (em 1:2) às dimensões físicas do Espaço-Suporte da Sala Dobradiça. Sua inserção na paisagem compreendeu tanto o espaço urbano da capital como também o percurso rumo a capital (BR 290).


Saiba mais do trabalho Itinerário SD 0.5 (SM-P0A) -> http://bit.ly/9K1S2M